Inngaging News 03.2016

Wc1

It’s official: Wondercover is coming!

Magnetica is the portuguese company responsible for Wondercover. They have challenged us to design the new product that will allow multiple and simultaneous players in tablets (up to 4). The product is being produced and will reach the market next June.

An innovative project conceived, designed and manufactured in Portugal.

 

A Magnética, empresa portuguesa responsável pelo Wondercover, desafiou-nos para desenhar este novo produto que vai permitir que múltiplos jogadores (até 4) joguem em simultâneo em tablets. O produto está em fase de industrialização e está previsto entrar no mercado no próximo mês de Junho de 2016.

Um projecto inovador, pensado, desenhado e fabricado em Portugal.


 

Solzaima 1

TEK collection at Progetto Fuoco Fair

Solzaima attended Progetto Fuoco where the TEK line was showcased. TEK line is a set of wood stoves developed by INNGAGE.

The Progetto Fuoco is one of the worldwide biggest events regarding biomass heating equipments and took place in Verona (Italy) on the 24-28 of February 2016.

 

A Solzaima esteve presente na Progetto Fuoco onde apresentou a linha TEK – uma coleção de salamandras a lenha desenvolvidas connosco!

A feira Progetto Fuoco é um dos maiores certames de soluções de aquecimento a biomassa a nível mundial e decorreu de 24 a 28 de Fevereiro 2016, em Verona, Itália.

 


Startup Weekend Lisbon

Startup Weekend Portugal

INNGAGE will be mentoring the Startup Weekend Portugal teams and also give support to the Design Thinking area. The Startup Weekend Portugal is a 54 hour event full of business model creation, coding, designing, and market validation. It takes place in Lisbon between the 6th and 8th of May.

 

A INNGAGE vai ser mentora das equipas do Startup Weekend Portugal e também vai dar apoio na área de Design Thinking. O Startup Weekend Portugal é um evento de 54 horas que fornece a rede, recursos e incentivos a indivíduos/equipas para que trabalhem uma ideia até ao seu lançamento. Decorre de 6 a 8 de Maio de 2016 em Lisboa.

 

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Design should focus on context

Dos produtos às pessoas, das pessoas aos contextos. Se os produtos respondem a pessoas que reagem a contextos específicos de utilização, faz sentido falarmos de design centrado no contexto.

Sabemos que um produto só faz sentido quando desenvolvido em função das necessidades e aspirações das pessoas. Afinal de contas, são estas quem usa os produtos e sem elas um produto é apenas mais um produto. Mas não devemos ignorar o facto das necessidades e aspirações das pessoas mudarem consoante o contexto de utilização. A forma como usa o telemóvel em casa é a mesma como o usa nos transportes públicos ou na praia? Claro que não: muda com o seu contexto de uso.

Estando a inovação fortemente relacionada com as necessidades das pessoas e com a maneira como vivem o dia-a-dia, defendemos que a procura pela inovação deve partir do contexto de utilização, através de um processo de design centrado no contexto.

esquemas CONTEXT-02

Imaginemos uma embalagem de champô. Para inovar nesta tipologia de produto temos que conhecer o seu contexto de utilização. Assim devemos pensar esta embalagem não apenas na prateleira de um supermercado ou nas mãos de um consumidor mas também, e especialmente, no espaço do banho, com humidade e vapor, com produtos complementares por perto, e certamente com um utilizador ensonado, de olhos semi cerrados, e cheio de pressa para ir para o trabalho. Tudo muda e as oportunidades surgem.

O design deve centrar-se no contexto e não apenas na pessoa, já que o primeiro altera o comportamento da segunda. Durante um focus group a percepção de uma embalagem de champô é uma coisa mas às 7 da manhã no duche será outra.

Source - IKEA Life at Home Report
Source – IKEA Life at Home Report

Exemplo: as luzes nocturnas musicais para bebés. No momento de compra, o produto funciona, é agradável e proporcional; a música transmite uma sensação de tranquilidade e os materiais sugerem segurança. Além de música tem a função de luz nocturna e permite fixação ao berço. É realmente um produto centrado no consumidor (bebés/pais). Já no contexto, tudo muda! Um bebé que acorde às 4 da manhã com fome, fica ainda mais irritado com o ruído do equipamento – às 4 da manhã qualquer barulho é ensurdecedor, mesmo aquela música que na loja nos pareceu inofensiva.

Na Inngage, o nosso processo de design é centrado no contexto, capaz de recolher informação contextual pela criação de empatia com as pessoas. Só conseguimos produzir produtos de qualidade se sentirmos o que as pessoas sentem no momento de utilização e se interagirmos com o seu contexto de uso.

Os produtos devem deixar de ser validados e aprovados em salas de reunião: é no contexto e pela experiência que se valida o impacto de um produto.

 

From products to people, from people to contexts. If products answer to people that react to specific contexts of use, is legitime to talk about context centered design. 

We know that a product only makes sense when developed according to the needs and aspirations of people. After all, people are the ones who use the products, and without them a product is just another product. But we must keep in mind that people’s needs and aspirations change with the context of use. The way you use your phone at home is the same as when you are commuting or at the beach? Of course not: it changes as your context change.

Being innovation strongly related to people’s needs and the way they live their everyday, we argue that the quest for innovation must start from the context of use, through a context-centered design process.

Imagine a shampoo bottle. To innovate in this product category we need to really know its context of use. So we must think of the shampoo bottle not only on the supermarket shelf or in consumers hands, but also, an especially, in the bath space with moisture and steam, with complementary products around, and most certainly with a sleepy user, with half closed eyes, and in a hurry to go to work. Everything changes and the opportunities arise.

Design must focus on the context and not just on people, since the first changes the behavior of the second. During a focus group, perceiving a shampoo bottle is one thing but at 7 a.m. in the shower it will be another. 

Example: musical nightlight for babies. At the moment of purchase, the product works, it’s nice and proportional; music conveys a sense of tranquility and the materials suggest safety. Besides music has the function of nightlight and can be attached to the crib. It’s really a user-centered product (babies/parents). In the context, everything changes! A baby who wakes up hungry at 4 a.m., gets even more annoyed with the noise of these product – at 4 a.m. any noise is deafening, even that song that in the store seemed harmless. 

At Inngage, our design process in context centered, able to collect contextual information by creating empathy with people. We can only produce quality products if we feel what people feel at the time of use and if we interact with their context of use.

Products should no longer be validated and approved in meeting rooms: is in the context and through experience that we validate the impact of a product.